Evandro Lobo Costa, Professor e Historiador, pós graduado em Didática, Dinâmica e Gestão da Educação Superior. Interessado por política e economia.
segunda-feira, 13 de maio de 2013
13 de maio de 2013, 125 anos da Abolição da Escravatura no Brasil.
Hoje, dia 13 de maio de 2013, comemoramos os 125 anos da Abolição da Escravatura no Brasil, realidade ou ilusão?? Como já dizia o samba histórico da Mangueira em 1988 quando na ocasião o Brasil se via com um centenário de Abolição.
Nos dias de hoje, sabemos que ainda há muito a ser feito para que o prejuízo causado pelo homem branco à todos negros, pardos e mulatos no Brasil, ainda é muito forte e prejudica as pessoas em todos os segmentos da sociedade. Se você entrar em uma sala de aula com 100 alunos e perguntar se alguém ali é racista, com certeza ninguém dirá que é, mas se perguntarmos ao mesmo grupo de alunos se eles conhecem alguém racista, com certeza a imensa maioria irá dizer que sim. Então o preconceito existe e está presente muito fortemente na sociedade, apenas as pessoas não podem expressar suas opiniões e ideias publicamente por medo de repressão e problemas com a Justiça Brasileira.
Paulo da Portela, negro e pobre, mas com o dom da música foi um dos pioneiros do samba carioca sendo uma das figuras negras mais importantes para a cultura brasileira.
Capitão do mato, interpretado pelo ator Mauricio Gonçalves, mostrava como que o negro, pardo neste caso, caçava seus próprios irmãos de cor renegando suas origens. Novela Sinhá Moça.
Barão de Araruna, interpretado por Osmar Prado, mostra na novela a realidade dos cafezais, das senzalas e da vida de escravo no Brasil no século XIX, sem dúvidas, essa novela retratou muito bem ao público de uma forma superficial, os problemas sociais do Brasil nas questões que envolviam a cor da pele.
O Nazismo no Brasil
Na América apenas Uruguai, Colômbia e Estados Unidos mantiveram seus regimes democrático liberal na época em que o Nazismo e Facismo inspirava os líderes dos países a implantarem a ditadura como modelo de Governo.
Propaganda Nazista no Brasil
Em 1928, foi fundado em Timbó, Santa Catarina, a seção brasileira do Partido Nazista. Naquela época, viviam no Brasil cerca de 100 mil alemães natos e cerca de um milhão de descendentes. A maior parte deles vivia em comunidades isoladas no sul do Brasil que preservavam a língua e a cultura alemã. Com a ascensão de Adolf Hitler ao cargo de chanceler, na Alemanha, os teuto-brasileiros passaram a ser assediados pela propaganda feita pelo nazismo para atrair seguidores no exterior.
Embora nunca tenha havido um Partido Nazista organizado, legal ou clandestinamente no país, vários membros da comunidade teuto-brasileira foram membros da seção brasileira do Partido Nazista da Alemanha. Esta seção chegou a ter 2.822 membros e foi a maior seção do Partido Nazista alemão no exterior. Como era uma organização estrangeira, somente alemães natos podiam ser filiados e os brasileiros descendentes de alemães atuavam somente como simpatizantes.
Calcula-se que cerca de 5% dos imigrantes alemães então residentes no Brasil estiveram, em alguma época, associados ao Partido Nazista alemão Estes nazistas residiam em 17 estados brasileiros, a maior parte deles em São Paulo. Entretanto, a esmagadora maioria dos teuto-brasileiros não se deixou seduzir pela propaganda e nunca se filiou ao nazismo.
Planos da Alemanha Nazista para o Brasil
Estado Novo de Vargas e o Nazismo
Várias pessoas importantes do governo de Getúlio Vargas de 1930 a 1945 nutriram admiração pelo governo da Alemanha Nazista. Entre estas, estavam comandantes militares que apoiaram Getúlio Vargas na implantação da ditadura do Estado Novo como o general Eurico Gaspar Dutra(ministro da guerra de 1936 a 1945, e futuro presidente da República), o general Góis Monteiro (ministro da guerra em 1934) e Filinto Müller (chefe de polícia do Distrito Federal, futuro senador e líder do partido ARENA).
Por outro lado, o governo de Getúlio Vargas era extremamente nacionalista. Com a decretação da ditadura do Estado Novo em 1937, todos os partidos políticos brasileiros tornaram-se ilegais. Além disso, foi proibida a prática de qualquer atividade de natureza política dos estrangeiros residentes no país, que não mais podiam organizar, criar ou manter sociedades, fundações, companhias, clubes e quaisquer estabelecimentos de caráter político, ainda que tivessem por fim exclusivo a propaganda ou a difusão, entre os seus compatriotas, de ideais, programas ou normas de ação de partidos políticos do país de origem. A partir de então, as atividades do Partido Nazista no Brasil foram duramente reprimidas, assim como a de todos os outros partidos políticos brasileiros ou não.
Apesar de ter vários simpatizantes da Alemanha Nazista, o governo do Estado Novo preferiu manter uma política de apoio aos Estados Unidos em troca de benefícios econômicos. Quando navios mercantes brasileiros foram afundados por submarinos alemães, o Brasil declarou guerra às potências do Eixo.
domingo, 12 de maio de 2013
Galeria de fotos do Botafogo
Cavadinha de Loco contra o Fla...campeão carioca de 2010
Loco e Somália rindo à toa...
Eu com o manto sagrado
Juiz de Fora, Botafogo 1x1 Vitório em 2004
Saudoso pai...botafoguense ilustre e fanático, é daí que veio o amor do Botafogo
Loco e Somália rindo à toa...
Eu com o manto sagrado
Juiz de Fora, Botafogo 1x1 Vitório em 2004
Saudoso pai...botafoguense ilustre e fanático, é daí que veio o amor do Botafogo
Botafogo igual feito de 1997 vencendo todos os jogos do turno.
O Botafogo venceu a Taça Rio com uma campanha de 9 jogos e 9 vitórias, feito acontecido em 1997, quando na ocasião o Botafogo venceu a Taça Guanabara com 12 jogos e 12 vitórias.
Curiosidades: Em 97, na final o Bota venceu o Vasco por 1x0, em 2013, vitória sobre o Flu também por 1x0.
Em 97 e 2013, o time sofreu apenas uma derrota em todo campeonato, tendo o melhor ataque e a melhor defesa, e nas duas ocasiões não teve o artilheiro.
Em ambos os anos o Botafogo não entrou como favorito
Juntando o turno de 97 e o turno de 2013, podemos dizer que o Botafogo é o único campeão vencendo todos os jogos do campeonato inteiro, brincadeiras a parte, vale salientar a grande campanha do clube liderado pelo holandês Seedorf.
Felipe Massa volta ao pódio em 2013!!
12/05/2013 10h44 - Atualizado em 12/05/2013 16h34
Alonso brilha em casa e vence GP da Espanha; Massa desencanta no pódio
Espanhol da Ferrari leva torcida que lotou arquibancadas de Barcelona ao delírio. Brasileiro larga em nono e cruza em terceiro. Mercedes decepcionam
Por GLOBOESPORTE.COMBarcelona, Espanha
438 comentários

Os espanhóis lotaram as arquibancadas do Circuito da Catalunha esperançosos por um show do ídolo nacional Fernando Alonso. Expectativa correspondida com uma exibição de gala do piloto da Ferrari. O bicampeão mundial largou em quinto, não tomou conhecimento dos rivais e faturou o GP da Espanha, válido pela quinta etapa da temporada 2013,confirmando o discurso confiante do dia anterior. Alonso ultrapassou Kimi Raikkonen (Lotus), Lewis Hamilton(Mercedes) e Nico Rosberg (Mercedes) nas primeira voltas, ganhou a posição de Sebastian Vettel (RBR) nos boxes e, na metade da prova, superou novamente o finlandês da Lotus, que apostava em uma estratégia de três pit stops contra quatro dos demais pilotos (assista aos melhores momentos da corrida no vídeo acima). Extasiado com a terceira vitória em casa (Barcelona 2006 e Valência 2012), o espanhol quebrou protocolo e saudou o público dando uma volta segurando a bandeira do país, o que não é mais permitido pelas regras. Entretanto, a direção de prova decidiu não estragar a festa e não advertiu o piloto, por haver precedentes em situações similares. A festa, porém, quase acabou antes mesmo de começar. A Ferrari revelou que Alonso teve um pequeno furo de pneu na 49ª das 66 voltas. Entretanto a equipe adiantou a parada nos boxes do piloto, minimizando o problema.
saiba mais
E o show em Barcelona não ficou só por conta do piloto da casa. Felipe Massa também brilhou. Depois de ter que largar em nono devido a uma punição no treino classificatório, o brasileiro fez uma bela corrida de recuperação, com diversas ultrapassagens em momentos importantes, e cruzou a linha de chegada em terceiro, subindo no pódio pela primeira vez na temporada. Feliz com a exibição, o piloto comemorou o resultado com a esposa Raffa Massa e o filho Felipinho na saída da pista. Raikkonen, em segundo, completou o pódio.
Alonso recebe a bandeirada do GP da Espanha em primeiro, para delírio da torcida que lotou as arquibancadas do Circuito da Catalunha (Foto: Getty Images)
Constante e frio, Raikkonen aproveitou muito bem o menor consumo de pneus do carro da Lotus e fez uma parada a menos nos boxes que os adversários. O “Homem de Gelo” apresenta uma regularidade impressionante desde que retornou à categoria, em 2012. É a 22ª vez seguida que termina na zona de pontuação, aproximando-se do recorde estabelecido por Michael Schumacher de 2001 a 2003. A dupla da RBR fechou o top 5, com o alemão Vettel em quarto e o australiano Mark Webber em quinto.
Largando da primeira fila, Mercedes decepciona
A preocupação de Nico Rosberg e Lewis Hamilton com o fraco rendimento da Mercedes, devido ao alto consumo dos pneus, se confirmou. A dupla, que havia feito dobradinha no treino classificatório e dividia a primeira fila no grid de largada, passou longe da briga pela vitória. O alemão terminou apenas em sexto, mas pelo menos somou pontos. Pior ainda foi Hamilton. O campeão mundial de 2008 levou volta dos ponteiros e amargou um decepcionante 12º lugar, fora da zona de pontuação. Paul Di Resta (Force India), Jenson Button (McLaren), Sergio Pérez (McLaren) e Daniel Ricciardo (STR) completaram os dez primeiros.
Felipe Massa subiu ao pódio pela primeira vez na temporada (Foto: AP)
Vettel segue líder do campeonato
Com a segunda vitória no ano, Alonso chega aos 72 pontos e assume a terceira posição no Mundial de Pilotos. Ele superou Lewis Hamilton, que passou em branco na prova e estacionou nos 50. O líder continua sendo Sebastian Vettel, que soma 89 pontos. O alemão, porém, viu sua vantagem para Kimi Raikkonen diminuir de dez para quatro pontos. Massa superou Webber e agora é quinto colocado na classificação geral.
Alonso quebra tabu de 17 anos e atinge marcas importantes
O espanhol da Ferrari conseguiu uma façanha expressiva no circuito catalão. Foi a segunda vez que um piloto que não largou na primeira fila venceu em Barcelona. A então única vez havia sido em 1996, quando Michael Schumacher triunfou após largar em terceiro em um atípico GP, debaixo de chuva torrencial.
Alonso atingiu outras duas marcas importantes. Chegou a 11 vitórias, igualando Massa como quarto maior vencedor da história do tradicional time de Maranello. Foi o 32º triunfo da carreira do espanhol, que deixa o britânico Nigel Mansell para trás e se isola na quarta posição no ranking dos pilotos que mais vezes subiram no degrau mais alto do pódio na categoria máxima do automobilismo mundial, atrás apenas de Michael Schumacher (91), Alain Prost (51) e Ayrton Senna (41).
Próxima etapa: GP de Mônaco
O próximo desafio da Fórmula 1 será o GP de Mônaco, de 23 a 26 de maio, válido pela sexta etapa da temporada. A TV Globo transmite ao vivo a mais charmosa corrida do calendário no domingo, às 9h (horário de Brasília), além do treino classificatório, no sábado, no mesmo horário. O GLOBOESPORTE.COM acompanha em Tempo Real com vídeos. O SporTV exibe os treinos livres a partir de quinta-feira, 5h.
Fernando Alonso comemora vitória com bandeira da Espanha (Foto: AFP)
A corrida: Alonso e Massa largam bem
Rosberg manteve a ponta na largada. Vettel superou Raikkonen e assumiu o segundo lugar. Alonso não deixou o alemão da RBR escapar. Livrou-se do finlandês da Lotus e nas curvas seguintes, passou Hamilton por fora, subindo para terceiro. Quem também começou bem foi Massa. Largando em nono, o brasileiro passou Webber e Grosjean antes da primeira curva e depois tomou a sexta posição de Pérez ainda na volta de abertura.
As primeiras voltas foram marcadas por um trenzinho: Rosberg era o “maquinista”, seguido por Vettel, Alonso, Hamilton, Raikkonen e Massa. Mas em pouco tempo, os três primeiros se desgrudaram dos demais, formando dois pelotões.
Na 7ª volta, Raikkonen desbancou Hamilton e assumiu o quinto lugar. Mais atrás, Webber, que havia perdido três posições na largada, abriu os trabalhos nos boxes, trocando os pneus médios pelos duros. Na passagem seguinte, Massa superou o britânico da Mercedes, subindo para quinto, mas seguiu para os boxes na mesma volta e retornou em 12º. O primeiro a deixar a prova foi Romain Grosjean. A suspensão da Lotus quebrou, deixando o jovem piloto francês na mão.

Alonso assume a liderança
Alonso fez seu pit stop na volta 10 - Rosberg e Vettel pararam na passagem seguinte - e ganhou a posição do rival da RBR. Logo depois, o piloto da casa superou o adversário da Mercedes com uma bela manobra, levantando a arquibancada. Foi então que a queda de rendimento das “Flechas de Prata” em razão do alto consumo dos pneus ficou evidente. Em pouco tempo, Rosberg foi engolido por Vettel, Massa e Raikkonen. Quando o mexicano Esteban Gutiérrez (Sauber) finalmente parou nos boxes, na 14ª volta, o espanhol da Ferrari assumiu a liderança, seguido por Vettel e Massa.
A dupla da Ferrari foi cedo para a segunda rodada de pit stops. Alonso voltou para a pista em quarto, logo passou Rosberg e subiu para terceiro, atrás apenas de Vettel e Raikkonen. Já Massa retornou em sétimo, rapidamente se livrou de Ricciardo, Pérez e Rosberg, e pulou para quarto. A estratégia pareceu ter sucesso. Vettel e Raikkonen foram para os boxes e voltaram atrás dos carros do tradicional de Maranello.

Caterham perde roda
Nesse meio tempo, Giedo van der Garde abandonou após a roda traseira esquerda de sua Caterham se soltar. A equipe foi investigada pela direção de prova após a corrida e multada em 10 mil euros (cerca de R$ 26 mil), já que um pneu solto na pista ameaça a segurança dos demais competidores.
A corrida chegou à metade das 66 voltas com Alonso na ponta, dez segundos à frente de Massa, que também mantinha boa margem para Vettel e Raikkonen. Os pilotos de RBR e Lotus protagonizavam um show à parte no duelo pela terceira posição. Vettel vendeu caro, mas o finlandês conseguiu realizar a ultrapassagem.

Hulk e Vergne batem nos boxes
Um incidente curioso aconteceu nos boxes. A equipe Sauber se precipitou ao liberar Nico Hulkenberg do pit stop e o alemão se chocou com a STR de Jean-Eric Vergne, que se preparava para fazer sua parada. Por causa do toque, Hulk teve que retornar aos boxes na volta seguinte para consertar o bico e pouco depois para cumprir um stop-and-go.

Alonso retoma a ponta de Raikkonen
O espanhol fez o terceiro pit stop na volta 37 e voltou atrás de Raikkonen, que tinha uma parada a menos. Por pouco tempo. Poucas passagens depois, Alonso acionou a asa móvel e deixou o finlandês para trás na reta principal, levantando as arquibancadas. Com uma estratégia de três paradas contra quatro dos rivais, o piloto da Lotus fez seu último pit a 20 voltas do fim, retornando dez segundos atrás de Massa e a quase 30 do líder Alonso.

O piloto da Ferrari fez sua quarta e última parada nos boxes na 49ª das 66 voltas e manteve a ponta. Daí em diante, foi só administrar a vantagem, receber a bandeirada em primeiro e comemorar com a torcida espanhola. Massa retornou cerca de quinze segundos atrás de Raikkonen depois do quarto pit stop, restando 14 voltas para o fim. O brasileiro passou a tirar, em média, um segundo de desvantagem do piloto da Lotus. Mas o finlandês apertou o ritmo, conseguiu segurar a diferença e garantiu o segundo lugar. A dupla da RBR fechou o top 5, com Vettel e Webber em quarto e quinto, respectivamente. O pole position Rosberg terminou apenas em sexto, enquanto seu companheiro de Mercedes, Hamilton, chegou em 12º e sequer marcou pontos.
Confira o resultado final do GP da Espanha:
1 - Fernando Alonso (ESP/Ferrari) - 66 voltas, em 1h39m16s596
2 - Kimi Raikkonen (FIN/Lotus) - a 9s300
3 - Felipe Massa (BRA/Ferrari) - a 26s00
4 - Sebastian Vettel (ALE/RBR) - a 38s200
5 - Mark Webber (AUS/RBR) - a 47s900
6 - Nico Rosberg (ALE/Mercedes) - a 1m08s000
7 - Paul di Resta (ESC/Force India) - a 1m08s900
8 - Jenson Button (ING/McLaren) - a 1m19s500
9 - Sergio Pérez (MEX/McLaren) - a 1m21s700
10 - Daniel Ricciardo (AUS/STR) - a 1 volta
11 - Esteban Gutiérrez (MEX/Sauber) - a 1 volta
12 - Lewis Hamilton (ING/Mercedes) - a 1 volta
13 - Adrian Sutil (ALE/Force India) - a 1 volta
14 - Pastor Maldonado (VEN/Williams) - a 1 volta
15 - Nico Hulkenberg (ALE/Sauber) - a 1 volta
16 - Valteri Bottas (FIN/Williams) - a 1 volta
17 - Charles Pic (FRA/Caterham) - a 1 volta
18 - Jules Bianchi (FRA/Marussia) - a 2 voltas
19 - Max Chilton (ING/Marussia) - a 2 voltas
2 - Kimi Raikkonen (FIN/Lotus) - a 9s300
3 - Felipe Massa (BRA/Ferrari) - a 26s00
4 - Sebastian Vettel (ALE/RBR) - a 38s200
5 - Mark Webber (AUS/RBR) - a 47s900
6 - Nico Rosberg (ALE/Mercedes) - a 1m08s000
7 - Paul di Resta (ESC/Force India) - a 1m08s900
8 - Jenson Button (ING/McLaren) - a 1m19s500
9 - Sergio Pérez (MEX/McLaren) - a 1m21s700
10 - Daniel Ricciardo (AUS/STR) - a 1 volta
11 - Esteban Gutiérrez (MEX/Sauber) - a 1 volta
12 - Lewis Hamilton (ING/Mercedes) - a 1 volta
13 - Adrian Sutil (ALE/Force India) - a 1 volta
14 - Pastor Maldonado (VEN/Williams) - a 1 volta
15 - Nico Hulkenberg (ALE/Sauber) - a 1 volta
16 - Valteri Bottas (FIN/Williams) - a 1 volta
17 - Charles Pic (FRA/Caterham) - a 1 volta
18 - Jules Bianchi (FRA/Marussia) - a 2 voltas
19 - Max Chilton (ING/Marussia) - a 2 voltas
Não completaram a prova:
Jean-Eric Vergne (FRA/STR) - acidente (volta 52)
Giedo van der Garde (HOL/Caterham) - roda solta (volta 21)
Romain Grosjean (FRA/Lotus) - quebra da suspensão (volta 8)
Jean-Eric Vergne (FRA/STR) - acidente (volta 52)
Giedo van der Garde (HOL/Caterham) - roda solta (volta 21)
Romain Grosjean (FRA/Lotus) - quebra da suspensão (volta 8)

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